Compras coletivas para pequenas empresas B2B. Por que ainda não vingou?






As compras coletivas tem sido o grande atrativo de usuários consumidores mas já desperta o interesse de muitas pequenas e médias empresas no chamado mercado B2B. Porém não é o que vimos. Quase nada encontramos para este mercado. Por que? Falta de informação? Desinteresse das empresas em comprar?

As compras coletivas tem sido o grande atrativo de usuários consumidores mas já desperta o interesse de muitas pequenas e médias empresas no chamado mercado B2B. Porém não é o que vimos. Quase nada encontramos para este mercado. Por que? Falta de informação? Desinteresse das empresas em comprar?

Os sites de compras coletivas tem sempre o benefício do baixo investimento em divulgação, promoção rápida e em larga escala de serviços, alcance e a capacidade de viralização dos sites de compras coletivas, bem como a venda em quantidade e em um curto espaço de tempo. E talvez algumas empresas não sabem o que divulgar e principalmente estar preparado para a demanda.

Afinal, o mercado B2B é bem dinâmico, e principalmente aqui, não há margem para erros. Um erro de estratégia pode ser fatal.

Mas… será que realmente os compradores e diretores de grandes empresas estão antenados com tais tecnologias? Ou será medo de experimentar novidades?

Talvez isto explique a falta de investimento e apostas em prospecção B2B via Compras Coletivas.

Sites como o da empresa Negócios Urbanos ( http://negociosurbanos.com.br/ ) atua justamente neste mercado. E já com algumas promoções.

Porém ainda é muito cedo para concluir que o negócio dará certo. E o mais interessante é encontramos, por enquanto, serviços/produtos de custo baixo ou no máximo mediano.

É um enorme passo. E muitos dizem que há muito espaço e mercado para se trabalhar.

Mas então, por que poucas empresas apostam em compra coletiva B2B?

Ainda não sabemos ao certo. Mas recomenda-se algumas regras para as empresas seguirem afim de obterem bons resultados:

Aderência do seu negócio ao canal – É necessário estar aberto ao objetivo da adesão e verificar se os serviços e ou produtos levarão a recompra.

Viabilidade financeira – É fundamental fazer um estudo financeiro da oferta e margens de descontos possíveis, com o valor mínimo da oferta versus quantidade disponibilizada. Deve-se também pensar em pacotes, como oferecer um superdesconto em um serviço que poderá ser complementado por outros itens ou prevê uma continuidade.

Para serviços com altas margens de lucro a viabilidade é grande. Nesta análise financeira, que deve ser oferta a oferta, em alguns casos, verifica-se que vale a pena diminuir os lucros por ganhar na quantidade. Fazer uma promoção em um site de compras coletivas funciona melhor como um investimento de divulgação e de busca de novos clientes e não como fonte de receita líquida imediata.

Ocasião adequada – A oferta em sites de compras coletivas pode ser uma boa oportunidade de equilibrar seu orçamento, desde que seja focada nas épocas de baixa demanda, que em ocasiões especiais já costuma ser elevada, portanto, é preciso avaliar se a redução de lucros é vantajosa nestes períodos, ou se é melhor aguardar, caso tenha vagas.

Capacidade de absorção da demanda – Todo esforço em promover a empresa pode não dar certo se não for planejada a maneira de estruturar a oferta e atender a demanda. Antes de usar estes canais, faça um planejamento estruturado, considerando aspectos logísticos e operacionais.

É importante prever o prazo para aproveitar a oferta, definição dos dias da semana em que o serviço pode ser utilizado e a política de troca de mudança de agendamento, previsão de atendimento por período. Neste planejamento é fundamental analisar os recursos necessários. Em alguns casos, há a necessidade de contratação de temporários, aumento da capacidade do Call Center e treinamento específico para a equipe.

Fonte: Administradores