Compras coletivas exploram crescimento de gastos com beleza e estética






A vaidade das brasileiras tem feito crescer os gastos com beleza e estética. De 2005 ao ano passado, o número de salões de beleza cresceu 78%, segundo levantamento da Associação Nacional do Comércio de Artigos de Higiene Pessoal e Beleza (Anabel). O percentual é referente a todo o país e na região este setor tem sido bastante explorado pelo comércio eletrônico.

 
- Hoje, 50% das nossas ofertas são focadas nesse mercado [de serviços de estética e beleza] -, revela Cristian Comitre, sócio de uma empresa de compras coletivas.

As empresas trabalham com a baixa margem de lucro e com a dificuldade de fidelizar os clientes, já que a maioria dos consumidores migra de promoção em promoção. Apesar disso, algumas empresas conseguem driblar o problema com a promoção da marca e a possibilidade de fazer uma demonstração do serviço. 

- Como a gente se preocupou em prestar um serviço de qualidade, muitos destes clientes voltaram -, afirma Micheline Sadde, proprietária de uma clínica de estética de Volta Redonda. 

O setor, que já atinge com facilidade diversas classes sociais, agora, com as promoções do comércio eletrônico, tem diversificado os serviços prestados e aumentado a frequencia dos clientes. "Aumentou o meu consumo, tanto em salões de beleza quanto em clínicas de estética, porque agora eu faço tratamentos que não fazia antes", disse a estudante Ana Cláudia Mendes, 22 anos.

Fonte: diariodovale.uol