A tendência das compras coletivas nos próximos anos






Estima-se que, em 2013, o e-commerce das compras coletivas do Brasil passará por diversas transformações que impulsionará empresas e empresários

O comércio eletrônico se expandiu rapidamente nos últimos anos. A previsão é que continue assim por um bom tempo. Só neste ano de 2011, o faturamento brasileiro prevê cerca de R$200 milhões.

O fenômeno da Internet são os sites de compras coletivas. Advindo de uma modalidade do e-commerce, essa tendência visa vender produtos e serviços com baixo preço para um número pré-estabelecido de consumidores.

Criado em 2008 nos Estados Unidos, esse modelo de negócios ficou famoso aqui no Brasil no início de 2010. Aos poucos foi se consolidando por beneficiar tanto as empresas quanto os consumidores.

Geralmente as ofertas são anunciadas semanalmente ou em promoções relâmpago e abrange vasta gama de negócios. Serviços de estética, fotografia, academia, hospedagem, pet shop, refeições, entre outros.

Com as constantes mudanças do mercado de compras coletivas, provoca um incentivo por parte das empresas no sentido de inovar. Bônus e premiações são oferecidos aos usuários cadastrados que indiquem novos clientes.

Estima-se que, em 2013, o e-commerce das compras coletivas do Brasil passará por diversas transformações que impulsionará empresas e empresários. De acordo com o “The 2011 Social Shopping Study” (estudo americano da área de compras pela Internet), atualmente, metade dos consumidores gastam 75% de seu tempo de compras online, realizando pesquisas sobre os produtos.

Isso comprova cada vez mais a Internet como fonte universal. E, é claro, principalmente como uma nova forma de realizar negócios, bem diferente de alguns anos atrás. Um exemplo que se encaixa nesse aspecto é o Google. Há cerca de 10 anos, ninguém se reportava ao site de busca da Microsoft para qualquer tipo de dúvida que aparecesse. Hoje em dia, praticamente é impossível não “googar” algo que desperte a curiosidade imediata.

As compras coletivas já viraram tendência. Existem aplicativos e sites até mesmo para atestar a qualidade e idoneidade das operações virtuais. Isso possibilita a confiança para que cada vez mais usuários realizem compras online. Principalmente em tempos que com o celular é possível realizar qualquer tarefa, basta estar conectado.

De acordo com uma pesquisa realizada no Reino Unido por uma agência especializada no comércio eletrônico, apenas um em cada 10 usuários que visitam sites de compras coletivas, utilizou um dispositivo móvel. Contudo, a probabilidade de um visitante móvel comprar ao visitar um site é quase a metade daqueles que acessam sites a partir de um desktop.

É notório que cada vez mais as pessoas estão interativas e consumidoras de diversas mídias ao mesmo tempo. Nada mais previsível que a Internet se tornar também uma ferramenta de compras online. Um bom negócio para quem compra e para quem vende.

Paulo Piccini é diretor executivo da Ananke, empresa especializada em hosting gerenciado de alta disponibilidade para campanhas de marketing digital.

Fonte: Administradores